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A respeito do trabalho específico: O treino de Força

No meu primeiro post no Voa Goleiro, pude falar sobre o que acredito ser o ideal na preparação de goleiros, e como abordar o treinamento no dia a dia dos mesmos. Hoje venho falar sobre uma das variantes do trabalho especifico que me chama a atenção, o Treino de Força.

Dentro de um microciclo, pude perceber a importância sobretudo de aplicar no momento e dias corretos, com as cargas, volume, intensidade direcionados, além de observar o padrão de movimento, que ao meu entender são pontos fundamentais para o treino de força em goleiros. A performance do goleiro, assim como os demais jogadores, é determinada por diferentes componentes de rendimento, tais como: capacidade técnica, tática, psicológica e física (GROSSER/NEUMAIER, 1982).


Nesse contexto, a capacidade motora FORÇA, constitui-se em um dos aspectos que irá garantir a realização mais eficiente de determinadas ações técnicas específicas do goleiro.

O entendimento das possíveis relações entre o perfil da exigência motora do goleiro e a capacidade motora força, pode ser facilitado através da análise da sua estrutura e dos seus componentes  presentando duas formas de manifestação, força rápida e resistência de força.

Diretamente relacionada à força rápida estão os componentes força máxima, a explosiva e de partida, cada uma tendo sua importância no treino especifico, sua demanda energética e valência quando aplicadas. A resistência de força alia-se à capacidade de resistência à fadiga, também tendo seu papel importante quando manifestado no treino, nas ações predominantemente anaeróbias, e condições de fadiga, influenciando diretamente no impulso do corpo, amplitude de movimento e mudança de velocidade.

Como as ações dos goleiros são de alta intensidade, saltos, sprints, arremessos, caracteriza o treinamento a ser direcionado em força rápida, primordial dentro do ciclo alongamento-encurtamento.



Como foi dito acima, o treinamento de força deve seguir alguns critérios básicos, sendo que o objetivo final é a utilização ótima do potencial muscular, que será adquirido no decorrer de um processo de treinamento à longo prazo, nas ações motoras relevantes para o bom desempenho do goleiro durante o jogo. Por isso a execução de e o desenvolvimento de novas atividades específicas devem ter como objetivo a obtenção de uma adequada transferência da força específica às exigências motoras (técnica) que serão desempenhadas pelos atletas.

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