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A importância de se analisar mais de um aspecto dos goleiros

Atualizado: Jun 5

Todos os amantes do futebol (analistas ou não) sabem quão complexa uma partida de futebol pode ser, com inúmeros eventos secundários (passes, desarmes, finalizações, tiros de meta, defesas, carrinhos, escanteios, etc.) que são executados tendo um único objetivo: marcar um gol no adversário. Para isso ocorrer, as equipes se estruturam taticamente munidas de diversas estratégias, dispondo seus atletas em posições de acordo com as características individuais de cada um. Tudo isso, para marcar mais gols que seu adversário. Dentro desse universo particular, os goleiros estão inseridos à fim de evitar que os gols sejam realizados… uma tarefa ingrata, diga-se de passagem. Ou seja, existe um universo ainda mais complexo por trás desta posição tão injustiçada do futebol.

Quando dizemos que um goleiro é bom, afirmamos isso com base em quais critérios? – Menor média de gols sofridos ? – Maior percentual de jogos sem sofrer gols (clean-sheets)? – Maior quantidade de defesas ?

Estes são os critérios mais comuns e simples de encontrar, porém geralmente estes fatores são trabalhados isoladamente.

Sendo assim, buscamos desenvolver uma metodologia de avaliação dos goleiros que fosse a mais justa possível, levando em consideração os critérios mais significativos no desempenho dos goleiros: gols sofridos, jogos sem sofrer gols e % de defesas em relação aos chutes em gol.

Para termos uma noção se o ranking Voa Goleiro funcionará mesmo, resolvemos montar os rankings retroativos referente aos últimos 3 campeonatos brasileiros (2013, 2014 e 2015). Olhando os resultado percebemos que a avaliação encontra-se bastante coerente.


E em 2016, qual será o melhor goleiros do brasileirão ?




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